| Ficha |
| Apelido |
| Nena |
| Nome |
| Olavo Rodrigues Barbosa |
| Data de Nascimento |
| 11 de julho de 1923 |
| Local de Nascimento |
| Porto Alegre-RS |
| Altura |
| n/d |
| Peso |
| n/d |
| Posição |
| Lateral-esquerdo e zagueiro |
| Carreira |
| 1940-51 |
Internacional |
| 1951-54 |
Portuguesa |
|
Olavo Rodrigues Barbosa, o Nena, começou
a jogar futebol na várzea de Porto Alegre, onde atuava como zagueiro.
Contudo sua estréia no Internacional foi como lateral-esquerdo,
já que Alfeu era o dono absoluto da zaga.
Em 1942, numa partida contra o São José de Porto Alegre,
jogando "improvisado" na lateral-esquerda, rebateu de primeira
uma péssima reposição do goleiro adversário,
encobrindo-o, num lance que lhe valeu fama nacional.
Durante o período em que jogou no Internacional, Nena divide-se
entre a zaga e a lateral-esquerda, sempre como destaque no "rolo
compressor colorado". Foi nessa época que recebeu o apelido
de "Parada 18", que era uma conhecida parada de bonde de Porto
Alegre. Afinal, poucos eram os adversários que conseguiam passar
por sua marcação.
Disputou seis partidas pela seleção brasileira e, como
zagueiro reserva, foi vice-campeão mundial em 1950. Entretanto,
assim como aconteceu a muitos jogadores que disputaram o mundial de
50, nunca mais voltou a jogar pela seleção, em função
do trauma pela derrota para o Uruguai.
Partidas de Nena pela seleção brasileira
| Data |
Placar |
Torneio |
| 29/3/1947 |
Brasil 0 X 0 Uruguai |
Copa Rio Branco |
| 4/4/1948 |
Brasil 1 X 1 Uruguai |
Copa Rio Branco |
| 11/4/1948 |
Brasil 2 X 4 Uruguai |
Copa Rio Branco |
| 7/5/1950 |
Brasil 2 X 0 Paraguai |
Taça Oswaldo Cruz |
| 13/5/1950 |
Brasil 3 X 3 Paraguai |
Taça Oswaldo Cruz |
| 11/6/1950 |
Brasil 4 X 3 Sel. Paulista de Novos |
Amistoso |
Em 1951, Nena transferiu-se para a Portuguesa,
onde formou o maior "trio final" da história do clube,
ao lado do goleiro Muca e do gaúcho Noronha (ex-Grêmio).
Como membro de um dos maiores esquadrões que a Portuguesa já
teve, Nena participou das excursões vitoriosas pelo exterior
que resultaram nas conquistas das Fitas azuis de 1951 e 1953. Sagrou-se
ainda campeão do Torneio Rio-São Paulo de 1952.
Encerrou encerrou a carreira na Portuguesa e, logo depois, passou a
técnico das categorias de base do clube.
Análise Técnica
Fonte: Pelé.net
Cabeceio: excelente.
Chute com o pé direito: bom.
Chute com o pé esquerdo: bom.
Velocidade: não era de se aventurar ao ataque.
Habilidade: aceitável em um zagueiro.
Posicionamento: muito bom.
Marcação: insistente, porém leal.
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| Títulos |
| Fita Azul |
| 1951 |
Portuguesa |
| 1953 |
Portuguesa |
| Torneio Rio-São Paulo |
| 1952 |
Portuguesa |
| Campeonato Gaúcho |
| 1940 |
Internacional |
| 1941 |
Internacional |
| 1942 |
Internacional |
| 1943 |
Internacional |
| 1944 |
Internacional |
| 1945 |
Internacional |
| 1947 |
Internacional |
| 1948 |
Internacional |
| Seleção Brasileira |
| 1947 |
Copa Rio Branco |
| 1950 |
Taça Oswaldo Cruz |
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