| Ficha |
| Apelido |
| Djalma Santos |
| Nome |
| Djalma dos Santos |
| Data de Nascimento |
| 27 de fevereiro de 1929 |
| Local de Nascimento |
| São Paulo-SP |
| Altura |
| 1,71 m |
| Peso |
| 73 kg |
| Posição |
| Lateral-direito |
| Carreira |
| 1948-59 |
Portuguesa |
| 1959-68 |
Palmeiras |
| 1968-72 |
Atlético-PR |
|
Djalma Santos nasceu em São Paulo, no dia 27 de fevereiro de 1929.
Fez sua estréia na Portuguesa em 9 de agosto de 1948, numa partida de aspirantes,
contra o Corinthians. A equipe era formada por:
Ivo, Ferreirinha e Aníbal; Laudelino, Djalma Santos e Piloto; Constantino,
Duílio, Alves, Farid e Oscar.
A estréia na equipe profissional foi em 16 de agosto de 1948, na
derrota de 3 a 2 para o Santos, com os gols da Portuguesa marcados por Pinga
e Simão. A Portuguesa jogou com:
Ivo, Lorico e Pedro; Silveira, Djalma Santos e Hélio; Renato, Pinga II,
Nininho, Pinga I e Simão.
Quando Brandãozinho foi contratado da Portuguesa Santista, em 1949, e o
lateral-direito Luizinho contundiu-se, Djalma Santos, que até então jogava
como centromédio, passou a jogar na lateral, posição que o consagraria mundialmente.
Como jogador da Portuguesa, fez 53 partidas pela seleção brasileira, vencendo
o I Campeonato Pan-americano em 1952, no Chile, e a Copa do Mundo de 58.
Realizou 453 partidas pela Portuguesa. Conquistando o bicampeonato do Rio-São
Paulo em 1952 e 1955 e a Fita Azul em 1951 e 1953. A sua despedida ocorreu
na vitória de 6 a 3 sobre o Palmeiras, em 29 de abril de 1959. A partida
era válida pelo Rio-São Paulo e a equipe era:
Carlos Alberto, Djalma Santos, Hermínio, Valter, Pedro, Odorico (Vilela),
Ocimar, Didi, Alfeu, Ditinho e Melão (Babá).
Vendido para o Palmeiras por Cr$ 2.700.000, sagrou-se bicampeão mundial
em 62 e totalizou 100 partidas pela seleção. Tornou-se o primeiro brasileiro
a integrar a seleção da FIFA, numa partida amistosa em Wembley, Inglaterra.
deixou a seleção em 9 de junho de 1968, no amistoso em que o Brasil derrotou
o Uruguai por 2 a 0, no Pacaembu.
Em 1968, deixou o Palmeiras e transferiu-se para o Atlético-PR, time no
qual encerrou a carreira como jogador, aos 42 anos, e iniciou a de técnico.
Logo depois foi trabalhar como técnico no Peru e, na volta ao Brasil, dirigiu
Internacional de Bebedouro, Sampaio Correa-MA, União de Mogi das Cruzes
e Vitória-BA.
Em 30 de janeiro de 1972, numa partida comemorativa pela inauguração do
Canindé, vestiu a camisa da Portuguesa, na vitória de 2 a 0 sobre a seleção
do Zaire.
Um recordista de jogos
Djalma Santos foi o jogador que mais vestiu a camisa da
Portuguesa, disputando 453 jogos. Foi ele também o primeiro jogador
a completar 100 jogos com a camisa do time.
Análise Técnica
Fonte: Pelé.net
Cabeceio: cabeceava com eficiência.
Chute com o pé direito: forte e colocado. Era o cobrador oficial de
pênaltis de suas equipes.
Chute com o pé esquerdo: regular.
Velocidade: excelente, graças à sua excepcional forma física.
Habilidade: fantástica.
Posicionamento: perfeito.
Marcação: perfeito, não deixava o ponta-esquerda levar vantagem.
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| Títulos |
Fita Azul |
| 1951 |
Portuguesa |
| 1953 |
Portuguesa |
| Roberto Gomes Pedrosa |
| 1967 |
Palmeiras |
Taça Brasil |
| 1960 |
Palmeiras |
| 1967 |
Palmeiras |
| Torneio Rio-São Paulo |
| 1952 |
Portuguesa |
| 1955 |
Portuguesa |
| 1965 |
Palmeiras |
| Campeonato Paulista |
| 1959 |
Palmeiras |
| 1963 |
Palmeiras |
| 1966 |
Palmeiras |
Campeonato Paranaense |
| 1970 |
Atlético-PR |
| Seleção Brasileira |
| 1952 |
Pan-americano |
| 1955 |
Taça Oswaldo Cruz |
| 1957 |
Copa Roca |
| 1958 |
Copa do Mundo |
| 1959 |
Taça Bernardo O'Higgins |
| 1960 |
Copa Roca |
| 1962 |
Taça Oswaldo Cruz |
| 1962 |
Copa do Mundo |
| 1963 |
Copa Roca |
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